ENSAIOS
O material foi ensaiado e submetido a amostragem
entregue no Laboratório de Análises da Falcão
Bauer em 18.04.2006 sob o P.Ensaios n.º 113.698 e 120.346.
Foram feitos os seguintes ensaios para película seca sem
armadura:
1 – Determinação da penetração
de água sob pressão;
2 – Resistência de aderência;
3 – Tensão e alongamento de ruptura à tração;
4 – Potabilidade da água aplicável em sistemas
de impermeabilização;
5 – Determinação do desgaste por abrasão
(NBR 12.042/92).
1 – PRESSÃO POSITIVA
a pressão aplicada foi
de 0,25 MPa durante 24 horas, não sendo verificada, nesse
período, percolação de água pela face
externa do corpo de prova. E, após a ruptura do mesmo, não
foi observada penetração de água em seu interior
verificando-se que a pressão superou 0,25 MPa.
2 – PRESSÃO
NEGATIVA:
durante a aplicação
da pressão de 0,25 MPa, foi verificada a formação
de bolhas sobre a superfície do corpo de prova e percolação
de água pela face externa do mesmo. Atingindo a pressão
de 0,06 MPa, onde aconteceram formações de pequenas
bolsas, localizadas em regiões onde a cobertura dos poros
da base de aplicação encontrava-se insuficiente. 3 – RESISTÊNCIA DE ADERÊNCIA
A TRAÇÃO
CP – N.º
|
Tensão MPa |
A* |
B* |
C* |
D* |
E* |
1 |
>0,98 |
- |
- |
- |
100 |
- |
2 |
>1,27 |
- |
- |
- |
100 |
- |
3 |
>1,56 |
- |
- |
- |
100 |
- |
4 |
- |
- |
- |
- |
- |
100 |
5 |
>1,48
|
- |
- |
- |
100 |
- |
6 |
>2,24
|
- |
- |
- |
100 |
- |

Idade: 4 dias de cura
Formas de ruptura(*) :A – Ruptura no impermeabilizante
B – Ruptura entre demãos
C – Ruptura na interface impermeabilizante/substrato
D – Ruptura no substrato
E – Falha na colagem do dispositivo 4 – TENSÃO E ALONGAMENTO
DE RUPTURA
TENSÃO E ALONGAMENTO DE RUPTURA – ORIGINAL
CP – N.º
|
T.R. |
A.R.
(%)
|
(N)
|
(MPa) |
1 |
49,03 |
29,40 |
194,90 |
2 |
49,03 |
31,43 |
206,86 |
3 |
47,07 |
29,16 |
191,91 |
4 |
52,96
|
32,09
|
202,67 |
5 |
51,48 |
30,54
|
190,12 |
MEDIANA |
30,54
|
195,00 |
TENSÃO E ALONGAMENTO DE RUPTURA – APÓS ENVELHECIMENTO
CP – N.º
|
T.R.
|
A.R.
(%)
|
(N)
|
(MPa)
|
1
|
46,34
|
26,91
|
172,78
|
2*
|
-
|
-
|
-
|
3
|
47,56
|
27,52
|
188,32
|
4
|
34,57
|
21,66
|
129,14
|
5
|
50,26
|
28,30
|
191,31
|
MEDIANA
|
27,20
|
180,60
|
(*) – O corpo de prova, rompeu durante o ensaio de envelhecimento.
A amostra foi submetida a envelhecimento acelerado em ultravioleta por 300
horas, com ciclos de 4 horas de ultravioleta a 60ºC, e condensação
de água a 50ºC.
VARIAÇÕES APÓS O ENVELHECIMENTO:
Variação
da Tensão de Ruptura
a Tração
(V.T.R.) = 10,8%
Variação do Alongamento de Ruptura à Tração
(V.A.R) = 7,2%
5 – DETERMINAÇÃO DA POTABILIDADE
Os parâmetros determinados nas partes físicas e organolépticas,
como aspecto, cor, odor, Ph(25ºC) e turbidez foram comparados
e aprovados.
Assim foi feito em relação a parte química,
onde valores comparados em percentuais de alumínio, arsênio,
bário, cádmio, chumbo, cloretos, cobre, cromo total,
fenóis, ferro, fluoreto, manganês, mercúrio,
nitrogênio-nitratos, prata, selênio, sólidos
dissolvidos, sólidos totais, surfactantes e zinco, tiveram
resultados, que atenderam as exigências da NBR 12.170 e a
Portaria n.º 56 do Ministério da Saúde.
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